Dar nome ao que se sente e ainda não se sabe dizer — e escrever a prova junto.
Seis posições de uma frente que entrega linguagem: o livro que carrega o nome, o corpo que dá escala ao acervo, o relevo no papel, o diagrama que organiza, a mão que abre e a pilha que fica.
Uma cor só, e ela existe na cena: o cobalto do fundo. Naming, narrativa, DNA, identidade, editorial e books — e nada disso é impresso pelo estúdio, que entrega arquivo.
Feedback aprovado não fica na conversa: vira regra escrita.