O estúdio é operado por uma pessoa, com um time de agentes que segue regra escrita. Não é agência, não tem equipe e não vai ter — e é isso que sustenta o prazo e o escopo declarado.
Nada acima foi feito para vender. São as peças que o estúdio produziu para si mesmo: o sistema de gravura em traço fino, os dois volumes do manual, o editorial fotografado em uso e a matéria dos acabamentos.
É por isso que a regra fundadora consegue ser dura: o estúdio só vende o que já usa em si mesmo. A frente que ele ainda não usa em si não entra no escopo, e é isso que impede o cardápio.
Recusar cedo custa uma conversa. Recusar tarde custa um projeto.