Luz direcional, sombra de borda definida, matéria real. A sequência é a unidade — nunca a imagem solta.
A unidade da frente de Imagem é a sequência. Uma fotografia bonita sozinha não prova nada; nove quadros do mesmo objeto, em climas que se contradizem, provam que existe direção por trás.
Assim que a volumetria fecha, um quadro é eleito canônico e passa a ser a referência de toda geração seguinte. Descrever o objeto por texto de novo produz outro objeto com boa iluminação — que é o erro mais caro desta frente.
Fotografia com equipe, set, locação e casting presencial está fora. Cena povoada para simular vida, também. E nenhuma cor entra por cima: se não estava no material, não entra na peça.
A escala é impossível e a luz é inteiramente real — é isso que separa o conceito da fantasia.
A câmera dá uma volta só, em velocidade constante, e não para.
Nenhuma dessas imagens está à venda e nenhuma é clicável. Elas provam que existe matéria feita, em quantidade, antes de qualquer promessa.
Toda imagem passa por revisão humana antes de sair. Sem exceção.